12.1.09

A ausência dele percorreu a noite.


"Eu queria mesmo só mais tarde e você me aparece assim tão cedo.

Eu, ressequido de ruim, e você me inunda de um assim tão bom.
Eu na fuga de um triste amargo e você me agrada assim tao doce.
Eu abafado, sem ar e quente, e você me abana um ar assim tão fresco.

Você não percebe que me assusta. É natural que eu apresse a marcha, arepie o pêlo e desapareça. Agoniado com esse futuro que se me anuncia tão bom.

É apenas natural."


Será que as suas apostas estão certas e, se ele pudesse, falaria isso pra mim?

Um comentário:

Anônimo disse...

Humm... belo texto!!! Gostei!

Blog de cara nova... mto bom!

Sumidas ein... :(

beijos